Cinco anos atrás, ela entrou por essas portas sem saber o que esperar do futuro. Hoje ela está de volta—desta vez como mentora voluntária.
Maria chegou ao Hangar aos 14 anos. Tímida e incerta sobre o que viria pela frente. Como muitos estudantes, vinha de uma família onde ensino superior parecia um sonho impossível. Mas algo mudou durante o tempo aqui.
"O Hangar me mostrou que minhas circunstâncias não definiam minhas possibilidades," diz Maria agora, aos 19 anos, enquanto ajuda um grupo de estudantes mais novos com a lição de casa. "Os mentores aqui não só ensinaram matérias—me ensinaram a acreditar em mim mesma."
Depois de se formar no ensino médio com honras, Maria entrou na universidade para estudar serviço social. Três tardes por semana ela está no Hangar, fazendo parte da comunidade que a impulsionou.
"Quando vejo esses jovens lutando com as mesmas dúvidas que eu tinha, sei exatamente o que dizer," ela explica. "Porque já estive lá. E quero que saibam: se eu consegui, vocês também conseguem."
A história de Maria é exatamente o motivo pelo qual esse trabalho importa. Cada estudante que volta como mentor cria um efeito cascata de esperança e possibilidade.